A “FILOSOFIA DO SABER DA ALMA” DENTRO DAS TERAPIAS

O terapeuta de qualquer formação (física, psicológica, energética ou espiritual) que traz para o seu trabalho essa filosofia, sabe que a solução para o problema que o paciente traz, não está com ele (terapeuta), mas sim no Saber da Alma do próprio paciente. Reconhece que este, dentro de si, traz todo o saber necessário para a solução do problema que apresenta. O papel do terapeuta então é de acessar este Saber e colocar todas as sua ferramentas a disposição Dele.
Como o Terapeuta acessa esse Saber?
O que descrevo como “o Saber da Alma”, muitos descrevem como “saber do corpo” ou simplesmente como acesso a informações que estão no biocampo do ser humano. O fato é que essas informações estão em todo o ser do paciente (pois ele é esse todo) e podem ser acessadas de formas diferentes, dependendo da habilidade e formação do profissional que o atende. Além das observações físicas de estruturas, movimentos, sintomas, postura, gestos, tom de voz e outros, temos também como ferramentas, técnicas que consistem de perguntas diretas “ao corpo” (feitas verbalmente ou mesmo mentalmente), onde são convencionadas formas de interpretação das respostas, geralmente como um “sim” ou como um “não”. As técnicas de pergunta ao “corpo” dependem do profissional ter as perguntas certas para conseguir chegar nas respostas mais exatas, daí a importância de todo conhecimento intelectual de cada terapeuta, pois este conhecimento guiará as perguntas. Porém a grande diferença para os que seguem a “Filosofia do Saber da Alma” é que as respostas sempre virão da Sabedoria interna do paciente.
Como exemplo destas ferramentas temos o “O’ Ring Test”, a “Cinesiologia Aplicada”, a “Radiestesia” e o “Ritmo Craniossacral”(observo que a percepção deste ritmo também pode ser alterada mediante perguntas feitas para o “corpo”, servindo também ele, como uma ferramenta para acessar “o Saber da Alma”).
Todas essas ferramentas e outras não citadas aqui, podem ou não serem usadas dentro da “Filosofia do Saber da Alma”. Como diz o nome, ela não é um método, e sim uma filosofia que pode ser levada para muitas áreas de nossa vida, dentre elas, o trabalho terapêutico. E como tal, possibilita que profissionais com os mais diferentes conhecimentos e técnicas, se coloquem à disposição e direcionem sua conduta, guiados o máximo possível pelo Saber da Alma da pessoa que trouxe o problema.
Muitos terapeutas já trabalham dentro desta filosofia, sem mesmo nunca terem lido essa descrição. E isso realmente não importa. A grandeza deste trabalho é muito maior que qualquer descrição filosófica. Essa descrição e o batizado com o nome “Filosofia do Saber da Alma” tem como objetivo, colaborar para ancorar e difundir este saber dentro do nosso cenário social (o mundo dos personagens).

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Vinicius Cillo, 13 de abril de 2019